|
O
desafio de reter o Capital Intelectual nas empresas
O sucesso de uma empresa está diretamente ligado
às pessoas que nela trabalham e que ao longo
de sua existência acumulam experiências
valiosíssimas que proporcionam a competitividade.
Este é o seu Capital Intelectual. Porém,
quando as pessoas deixam as empresas, boa parte deste
conhecimento tácito vai embora com elas.
Falta
dinheiro, mas conhecimento...
Durante
os anos que a Smith vem aprimorando o seu método,
tem ficado claro que o recurso mais abundante nas empresas
é o conhecimento e, sendo assim, “qualquer
conhecimento tácito pode ser transformado em
explícito, gerando um novo conhecimento tácito”.
Porém, possuir conhecimento não significa
necessariamente saber como compartilhá-lo.
Modelo
de Gerenciamento de Projetos da Smith
Na
Smith, todo e qualquer trabalho é considerado
um projeto, seja ele um curso multimídia ou jogo
do conhecimento. E como todo projeto, a qualidade do
conteúdo é conseqüência direta
do uso inteligente de três fatores principais:
custo, tempo e recursos.
A administração destes três fatores
é conduzida no modelo de gerenciamento da Smith
tendo como base um profundo estudo do cenário
tecnológico do cliente e seu público alvo.
Em cada fase do projeto, participam no desenvolvimento
do conteúdo, um ou mais profissionais da equipe
Smith.
O Gerenciamento de Projetos na Smith garante que os
trabalhos sejam entregues sempre no prazo e com a qualidade
esperada pelo cliente. Além disso, permite também
que sejam feitas melhorias e inovações
no processo de Fábrica de Conteúdo.
Fase 1 – Iniciação: Análise
das necessidades e do conteúdo.
Nesta fase são realizados levantamentos sobre
o conteúdo junto às áreas envolvidas,
para a definição das necessidades reais
da empresa. O Produto final obtido nesta fase é:
1.1. Diagnóstico
das Necessidades;
1.2. Planilha de cronograma;
1.3. Definição
dos recursos necessários para desenvolvimento
do projeto.
Fase
2 – Planejamento: Desenho do conteúdo instrucional.
Nesta fase é realizada a modelagem do curso para
o ambiente analisado na fase anterior, quanto aos aspectos
de funcionalidades, características de conteúdo,
formas de treinamento e recursos de multimídia.
O Produto final obtido nesta fase é:
2.1. Estrutura organizacional
do conteúdo;
2.2. Descrição
da estrutura organizacional;
2.3. Story-board do curso.
Fase
3 – Execução: Desenvolvimento do
curso em linguagem multimídia.
Esta fase consiste em transformar o desenho instrucional
no curso propriamente dito, que será desenvolvido
em linguagem multimídia. Esta fase inclui a definição
do design instrucional (concepção visual
do curso, a programação das telas, efeitos
visuais/sonoros e animações gráficas).
O Produto final obtido nesta fase é:
3.1. Protótipo do
curso interativo.
Fase
4 – Finalização: Implementação
do curso no ambiente corporativo.
Nesta fase é realizada a implantação,
do produto gerado na etapa anterior, no ambiente corporativo.
Isto inclui até a sua adequação
no ambiente LMS da empresa ou sistema similar. O Produto
final obtido nesta fase é:
4.1. Curso interativo funcional.
Fase
5 – Controle: Avaliação do projeto
e sugestões de melhorias.
Esta fase compreende uma avaliação de
todas as atividades realizadas durante o processo de
trabalho e seu objetivo é (após a fase
4 de finalização) a revisão do
processo de gerenciamento por projeto, tendo como foco
principal, determinar se os materiais utilizados foram
bem explorados e se o método instrucional atingiu
as metas e os objetivos estabelecidos.O Produto Final
obtido nesta etapa é:
5.1. Relatório de
avaliação do Processo.
Método
de Ensino/Aprendizado
“Acreditamos
que o aprendizado deve ser estimulado pelo desejo e
por desafios”.
O peopleLearn é um método de ensino-aprendizado
desenvolvido na Smith com o objetivo de estimular através
do desejo, o autodidatismo, a capacidade de auto-avaliação
e autocrítica, as habilidades profissionais e
a capacidade de trabalhar em equipes. O peopleLearn
enfatiza o desafio e a responsabilidade pessoal pelo
aprendizado e a necessidade de capacitação
continuada ao longo da vida, vinculada a objetivos profissionais
e pessoais.
O
método de aplicação do peopleLearn
compreende a utilização dos princípios
de Andragogia (ensino para o adulto), psicopedagogia
e estudos dos temperamentos de C.G. Jung.
Estes
princípios são associados às técnicas
de comunicação e aos padrões IMS-SCORM
durante a produção dos conteúdos
de cursos e jogos do conhecimento.
1.6.1
- Benefícios do método peopleLearn
Praticidade
- A introdução do aprendizado eletrônico
na cultura da empresa é fácil de ser implantada,
administrada e não sofre resistência dos
funcionários, pois no trabalho de depuração
junto ao cliente é efeito um estudo criterioso
sobre o público alvo, permitindo assim, um Design
Instrucional personalizado e com interfaces de navegação
amigáveis.
Agilidade - A sua comunicação
simples e criativa permite que a informação
chegue a todos os funcionários de forma uniforme
e muito rápida, garantindo eficácia e
qualidade na assimilação por toda a organização.
Economia
- O peopleLearn oferece uma significativa economia
de investimento durante a produção de
um curso sem prejudicar a sua qualidade, pois esta é
definida pela a utilização inteligente
nos recursos utilizados, e não na limitação
de informações do conteúdo instrucional.
Autonomia
- O peopleLearn segue os padrões de
e-learning para ser utilizado em qualquer LMS, o que
garante perenidade aos conteúdos. Por outro lado,
também explora inovações criativas
em tecnologia que possibilitem maior customização
dos cursos.
Recursos
tecnológicos normalmente utilizados
Os
padrões de e-learning, ou a ausência deles,
em possíveis clientes que a Smith venha a atender
são um dos aspectos mais complicados do mercado.
A Smith tem preocupação especial com este
tema, pois é a padronização garante
ao cliente que ele terá um conteúdo perene
e de fácil integração com sistemas
de gerenciamento homologados.
A evolução desses padrões está
baseada em uma norma unificada. O IMS-SCORM é
conhecido por ser base da constituição
dos padrões para a aprendizagem em linha. SCORM
é a sigla para "Shareable Courseware Object
Reference Model" e foi desenvolvido pelo grupo
ADL (Advanced Distributed Learning), criado pelo governo
dos Estados Unidos para supervisionar os padrões
do e-learning. IMS é a sigla para "Instructional
Management Standards" - Padrões de Administração
Instrucional - que é um consórcio de mais
de 300 companhias e universidades como Standford, MIT,
Universidade de Barcelona, Microsoft, Oracle, IBM e
Cisco.
O
IMS foi fundado em 1997, com o objetivo de desenvolver
e estabelecer os padrões mundiais para o e-learning.
A meta é proporcionar uma compatibilidade entre
os cursos e os sistemas de administração
do conhecimento existentes (LMS).
Os
cursos desenvolvidos pela Smith seguem os padrões
do IMS-SCORM que incluem:
-
Esquemas pedagógicos flexíveis;
- Cinco tipos de perguntas e respostas
- Uso do XML para proporcionar a compatibilidade;
- Desenvolvimento consistente de cursos;
Obs.:
É importante que o LMS do cliente cumpra com
os padrões do IMS-SCORM. Usando o XML como componente
básico de transferência de dados, o sistema
gerencia e acompanha os avanços no conhecimento
da empresa e dos seus funcionários. Isso reflete
uma qualificação totalmente on-line, a
qual é perfeita para programas de certificação,
além de permitir múltiplos enfoques educacionais,
desde o e-learning, até os métodos tradicionais.
1.5.1 - Relação de padrões
de e-learning e softwares utilizados pela Smith no desenvolvimento
de cursos e jogos do conhecimento.
Padrões
de e-learning |
| AICC
- Aviation Industry CBT Committee |
| ADL
- Advanced Distributed Learning |
| LRN
- Microsoft Learning Resource Interchange |
| CBT
- Computer Based Training |
| IEEE
- Institute of Electrical and Electronic
Engineers |
| LTSC
- Learning Technology Standards Committee |
| IMS
- Instructional Management Standards |
| SCORM
- Sharable Content Object Reference Model |
Softwares
específicos |
| Macromedia
Flash versões 3,4,5,6 e
7, Director Professional, programação |
| Adobe
Premier, PhotoShop, Acrobat |
| Office
2000 e XP |
Programação |
| XML
– eXtensible Markup Language (engloba
HTML), |
| LINGO
/ Active Script |
| Java
/ Java Script |
| ASP
– Active Server Pages |
| CSS
– Cascading Style Sheets |
| DHTML
– Dynamic Hyper Text Markup Language |
| PHP
- Personal Hipertext Preprocessor |
|